segunda-feira, 26 de março de 2012

Amor Patológico

O amor, definido pelo dicionário Aurélio, nada mais é que: Sentimento que predispõe alguém a desejar outrem. 2. Sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro, ou uma coisa. 3. Inclinação ditada por laços de família. 4. Inclinação sexual forte por outra pessoa. 5. Afeição, amizade, simpatia. (Antônimo: ódio aversão). 6. O objeto de amor.
Amar é algo que nos renova, nos amadurece. São mistos de sentimentos, como saudade, euforia, prazer, respeito. Porém como perceber quando se torna algo patológico?
O amor dependente é caracterizado pela dedicação excessiva ao companheiro de maneira descontrolada, sendo esse comportamento prioridade para o indivíduo, substituindo seus interesses, valores e amor próprio. O amor patológico pode ocorrer associado a outros transtornos psiquiátricos.
Robin Norwood ressalta essa diferença relacionando o “amor saudável e o amor doentio”, sendo que no amor patológico há riscos como o seu bem estar físico e emocional.
As mulheres portadoras de AP (Amor Patológico) possuem características similares, como possessividade, insegurança, angustia desconfiança, baixa auto-estima, instabilidade emocional relacionada ao parceiro.
Muitas vezes recriamos comportamentos apreendidos pelos nossos pais, familiares. Ter uma infância saudável, com afeto, cuidados é de extremamente necessário para que se torne um adulto com relacionamentos sadios.
Foi criado no Brasil a MADA (Mulheres que Amam Demais Anônimas), um grupo de apoio similar ao AA (Alcoólicos anônimos).
http://www.grupomada.com.br

 Mariana Amaral

2 comentários:

  1. Quando se ama e se deseja o melhor pro ser amado, acho que isso é saudável, quando se ama e se acredita ser o melhor pro ser amado...isso é meio patológico, não é não?

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    1. A diferença é o excesso, quando essa relação traz mais insegurança, sofrimento, medo e conseqüentemente sua vida passa a girar em torno do parceiro, sim é patológico.

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